Classificação marca participação do ensino básico da FAP em competições acadêmicas de alcance nacional

Dois alunos do ensino médio do Colégio Adventista do Paraná foram classificados para a segunda fase da Olimpíada Brasileira de Biologia, organizada pelo Instituto Butantan. A competição é dividida em três etapas e reúne estudantes de todo o país. A próxima fase será realizada nesta semana, dando continuidade ao processo seletivo em nível nacional.
A participação integra um conjunto de ações voltadas ao incentivo de olimpíadas acadêmicas no colégio, que faz parte da estrutura educacional da Faculdade Adventista do Paraná (FAP), instituição que atua da educação básica ao ensino superior.
Segundo o orientador educacional, Vinícius Kümpel, a participação nas olimpíadas contribui para o desenvolvimento acadêmico e amplia as oportunidades para os estudantes. “De maneira geral, queremos incentivar o máximo de olimpíadas possíveis neste ano, em diferentes áreas do conhecimento. Essas competições estimulam os alunos a estudar além do que é trabalhado em sala de aula e podem trazer certificações, medalhas e até oportunidades como bolsas de iniciação científica em alguns casos”, pontua.
O orientador também destacou o papel da escola e dos professores no processo de preparação dos estudantes. “Temos uma parceria com os professores e um trabalho de incentivo contínuo. A equipe da orientação educacional apresenta as olimpíadas nas salas, os professores reforçam durante as aulas e os alunos buscam materiais, como por exemplo, provas anteriores. A participação não é obrigatória, então envolve principalmente o interesse deles. Muito do resultado é mérito dos próprios estudantes”, completa.
Entre os alunos classificados está Gabriel Amadeu, 3º ano do Ensino Médio, que relata ter sido surpreendido pelo resultado e já projeta a próxima etapa da competição. “Eu quero me preparar bem melhor, porque é uma fase que exige mais, e estou muito feliz por essa oportunidade dada pela escola”, declara.
Também classificada para a segunda fase, Sofia Wiese, 2º ano do Ensino Médio, descreve a reação ao receber a notícia. “No começo eu não soube reagir, porque eu não esperava que fosse passar. Depois comecei a sorrir e liguei pra minha mãe”, conta.
Para o diretor do colégio, Tiago Cordeiro, a classificação contribui para que os alunos reconheçam o próprio potencial acadêmico. “Essa conquista, em uma olimpíada de alcance nacional, permite que eles se percebam capazes e identifiquem as competências desenvolvidas ao longo da formação, além de refletir o trabalho acadêmico realizado pela instituição”, afirma.