Alunos do Colégio FAP conquistam 122 medalhas em olimpíada de matemática 

Estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio foram premiados nas etapas regional e nacional da Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras. Ao todo, o colégio já soma 160 medalhas em competições do conhecimento neste ano. 

Alunos do 8º ano conquistaram duas medalhas: uma na etapa regional e outra na nacional. (Foto: Emilly Saltiel)

Os alunos do Colégio Adventista da Faculdade Adventista do Paraná (FAP) conquistaram 122 medalhas na “Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras”, nas etapas regional e nacional.  

A premiação envolveu todas as equipes inscritas pela escola, formadas por estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. A conquista é resultado de um projeto desenvolvido pelo colégio para ampliar a participação dos alunos em olimpíadas do conhecimento. 

Neste ano, a instituição selecionou 15 competições de diferentes áreas para incentivar os estudantes a explorarem novos desafios acadêmicos. Na Matemática Sem Fronteiras, uma das particularidades é o trabalho cooperativo: em vez de resolver as questões individualmente, os participantes são organizados em equipes e precisam encontrar soluções em conjunto, dividir tarefas e escolher um líder. 

De acordo com Vinicius Kumpel, orientador educacional do Colégio FAP, seis equipes participaram da competição, representando diferentes etapas de ensino. Além das medalhas na região Sul, que reúne Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, todas as equipes foram premiadas também na etapa nacional. 

Aprendizagem que vai além da sala de aula 

A participação nas olimpíadas busca despertar o interesse dos estudantes pelo conhecimento e desenvolver habilidades que contribuem para a formação escolar e pessoal. Segundo o orientador, alguns alunos se sentem especialmente motivados por desafios que vão além das atividades habituais da sala de aula. 

Nesse processo, a preparação para as competições também estimula a autonomia. Os estudantes passam a pesquisar conteúdos por conta própria, estudar com os colegas e procurar materiais complementares para se preparar. 

“Buscamos levar o aluno a novas oportunidades e mostrar para eles que podem alcançar mais do que é esperado”, explica Kumpel. 

Para o orientador, os resultados indicam que o trabalho pedagógico está no caminho certo. “A conquista das medalhas mostra que a escola está cumprindo bem sua missão e oferecendo um ensino de qualidade”, afirma. 

A aluna do 8º ano, Vitória Guzman, conta que a maioria das questões abordava conteúdos já estudados em sala de aula, o que contribuiu para a conquista de duas medalhas. “Se eu não tivesse prestado atenção às aulas, teria sido mais difícil, porque o conteúdo era realmente o que tínhamos estudado”, conta. 

Mais confiança para novas conquistas 

A experiência também pode contribuir para que os alunos reconheçam suas próprias capacidades e se sintam mais confiantes para participar de outras competições. Conforme Kumpel, observar os colegas conquistando medalhas ajuda a ampliar a percepção sobre o que é possível alcançar. 

Esse estímulo pode refletir em desafios futuros, como vestibulares, concursos e oportunidades profissionais. Algumas olimpíadas do conhecimento também oferecem caminhos de ingresso ou benefícios em processos seletivos de universidades, embora as condições variem conforme a competição e a instituição. 

Para o aluno do 8º ano, Lucas Henrique Pszybylski, conquistar a medalha foi uma forma de reconhecer a própria capacidade. “Agora que eu vi que é possível, ano que vem vou participar de todas”, afirma o estudante, sorridente. 

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